Primeira experiência como Líder de uma Empresa Fictícia, aprendizado e colaboração. Equipe da Criação de Jingle
Visão Empreendedora
O Objetivo desta criação é tornar-se uma ferramenta de neetwork, interação e busca de uma nova rede de contatos
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Equipe da Empresa Criada na aula de Psicologia Organizacional
Primeira experiência como Líder de uma Empresa Fictícia, aprendizado e colaboração. Equipe da Criação de Jingle
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Empresa Feliz
Tenho um trabalho a fazer sobre a Teoria do Comportamento Organizacional,muitas questões para completar a pirâmide e um dos pontos fala sobre qualidade de vida no trabalho, importante para o crescimento da organização. E onde está a preocupação das empresas neste processo?
Empresa feliz é uma empresa bem administrada, junção de todos os conceitos, isto é:
Condições motivacionais com fim na realização humana
Comunicação bem aberta
Trabalho em equipe e supervisão de autoridade.
Reconhecimento
Falamos ontem de valor e mais uma vez o reconhecimento é um fator fundamental. O que será que sua empresa, o seu superior, seu diretor tem feito para contribuir com estes quesitos?
Ontem mesmo li um artigo que falava da cultura de gestão da InBEv, nada mais nada menos que seu presidente, Jorge Paulo Lemann, que agora após a união com a belga InBrew comprou ontem o Burger King, que modelo de gestão invejado, não?
Entre os 18 princípios de sua organização, 50 % está ligado a gestão de pessoas. Segundo ele a melhor coisa que ele faz e deve fazer no futuro é dar oportunidade para as pessoas, emprego.Então vamos refletir no grau de satisfação de sua pirâmide: Necessidades:fisiológicas,segurança,social,auto-estima e auto-realização. Qual o sua escala atual. Aproveite para pensar e poder implentar em sua empresa a cultura das empresas felizes. Seu comprometimento e motivação certamente irão contribuir.
Empresa feliz é uma empresa bem administrada, junção de todos os conceitos, isto é:
Condições motivacionais com fim na realização humana
Comunicação bem aberta
Trabalho em equipe e supervisão de autoridade.
Reconhecimento
Falamos ontem de valor e mais uma vez o reconhecimento é um fator fundamental. O que será que sua empresa, o seu superior, seu diretor tem feito para contribuir com estes quesitos?
Ontem mesmo li um artigo que falava da cultura de gestão da InBEv, nada mais nada menos que seu presidente, Jorge Paulo Lemann, que agora após a união com a belga InBrew comprou ontem o Burger King, que modelo de gestão invejado, não?
Entre os 18 princípios de sua organização, 50 % está ligado a gestão de pessoas. Segundo ele a melhor coisa que ele faz e deve fazer no futuro é dar oportunidade para as pessoas, emprego.Então vamos refletir no grau de satisfação de sua pirâmide: Necessidades:fisiológicas,segurança,social,auto-estima e auto-realização. Qual o sua escala atual. Aproveite para pensar e poder implentar em sua empresa a cultura das empresas felizes. Seu comprometimento e motivação certamente irão contribuir.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
O profissional multifuncional
por Valdessara Bertolino*
A competitividade e a instabilidade nas organizações obrigam o profissional deste novo milênio a atuar multifuncionalmente.
O sonho de qualquer aluno universitário, até bem pouco tempo atrás, era concluir os estudos, especializar-se em sua área de formação e gozar dos prazeres de possuir um "diploma". Estes sonhos, no entanto, têm sido alterados pela necessidade da sobrevivência.
Com a estagnação do mercado em várias áreas, ficou impossível absorver toda mão-de-obra ofertada. E, para não ser atropelado pelo "tempo", muitos brasileiros tiveram de desenvolver outras atividades, acrescidas às suas competências técnicas específicas, apreendidas na graduação.
Alguns fugiram totalmente do sonho inicial. Segundo dados recentes do Ministério do Trabalho, de cada 10 brasileiros com curso superior, sete exercem atividades diferentes das quais estudaram. Trata-se de uma nova tendência no mercado profissional, ligada aos avanços tecnológicos e à própria globalização.
Formar-se em curso superior não significa encerrar a carreira e estagnar. Precisamos repensar, pois nem todos os indivíduos estão preparados para acompanhar essas transformações e mudanças que o mundo do trabalho está exigindo.
O ambiente de trabalho, hoje, é extremamente competitivo e seletivo, fazendo com que o crescimento e os resultados de uma organização sejam obtidos à custa das competências pessoais, e não só de habilidades técnicas.
A sociedade requer profissionais "cidadãos", envolvidos com o todo e preocupados com resultados satisfatórios à comunidade global. O perfil do profissional do século 21 mudou e irá mudar muito mais, para acompanhar as exigências do mercado globalizado. Este é um processo muito dinâmico. Portanto, as oportunidades são diferentes e certamente direcionarão os rumos das novas formas de trabalho.
Além dos requisitos de polivalência e da multifuncionalidade, o indivíduo necessita ter flexibilidade, saber trabalhar em equipe, ser criativo e estar predisposto a aceitar mudanças e desafios constantes.
Este é um processo de formação e de aprendizado contínuo, onde é necessária a conscientização de que os valores são outros, exigindo, conseqüentemente, que se eliminem preconceitos e quebrem paradigmas, para enxergar as oportunidades e aumentar a visão do futuro.
A história nos revela momentos de mudança e quebra de absolutismos. A Revolução Industrial, por exemplo, que substituiu a força braçal pela máquina a vapor, possibilitou a entrada de mulheres nas fábricas, criando um novo cenário. O mesmo ocorreu com a revolução da informática, na qual a tecnologia digital empurrou as pessoas para a polivalência, sendo necessário e urgente aprender inglês e dominar, pelo menos, o "pacote Office". Com isso, surgiram novos espaços de trabalho ligados ao mercado da informação e empregos virtuais.
Logo, vemos que as profissões acompanham o processo histórico, ou seja, as grandes revoluções tecnológicas e científicas que marcam nossa época. Na há mais espaço para o profissional que pensa e age em "caixinhas", que se atém somente à sua especialidade.
Hoje, o profissional deve ser multifuncional, ter visão macro e agir integradamente. A multifuncionalidade não só é uma vantagem, mas uma meta que as empresas têm perseguido. E que até procuram incutir este perfil em seus funcionários. Ela é uma exigência do mercado de trabalho, considerando que o profissional deva ter muito mais do que só o desenvolvimento de tarefas e funções pertinentes ao cargo, mas, principalmente, a capacidade de apreender novos conhecimentos e estar preparado para oferecer soluções aos diversos problemas enfrentados pela organização.
O ser empregável deve expressar engajamento pessoal, demonstrando responsabilidade, lealdade e capacidade de tomar decisões, construindo o seu conhecimento. A história nos revela que Taylor e Ford nada mais fizeram do que dar vida a um princípio da economia clássica inglesa, em que Smith dizia que a especialização era um benefício para o desenvolvimento econômico. E exemplificou, com o célebre caso dos alfinetes.
Contudo, a forma de organização fixa fordista passou a enfrentar várias crises, devido às mudanças econômicas mundiais. Mas, é com o que se chamou de pós-industrialismo e, mais genericamente, o pós-modernismo, que se viu o modelo de especialização com sérios abalos. Os japoneses foram os pioneiros na instituição de uma forma de organização de produção - "toyotismo" - que substituiu a rigidez da linha de montagem pela flexibilização da linhas de produção.
Os operários passaram a ser especialistas em generalidades. Eles, além de se auto-organizarem no espaço da fábrica, ainda detêm conhecimento sobre o processo inteiro de produção da mercadoria, pois as funções são permutáveis. Assim, já não existe o especialista em "apertar parafusos", mas o funcionário que constrói carros.
Com tudo isso, vemos que a polivalência e a multifuncionalidade são traços que as transformações das sociedades transformaram em exigência para a organização da vida social. Nada garante, contudo, a imutabilidade deste processo.
* Valdessara Bertolino é Doutoranda em Ciências Sociais, Mestre em Educação, Pós-Graduada em Tecnologia Educacional, Graduada em Direito e Secretariado, Professora e Coordenadora Universitária da Uninove (Centro Universitário Nove de Julho).
por Valdessara Bertolino*
A competitividade e a instabilidade nas organizações obrigam o profissional deste novo milênio a atuar multifuncionalmente.
O sonho de qualquer aluno universitário, até bem pouco tempo atrás, era concluir os estudos, especializar-se em sua área de formação e gozar dos prazeres de possuir um "diploma". Estes sonhos, no entanto, têm sido alterados pela necessidade da sobrevivência.
Com a estagnação do mercado em várias áreas, ficou impossível absorver toda mão-de-obra ofertada. E, para não ser atropelado pelo "tempo", muitos brasileiros tiveram de desenvolver outras atividades, acrescidas às suas competências técnicas específicas, apreendidas na graduação.
Alguns fugiram totalmente do sonho inicial. Segundo dados recentes do Ministério do Trabalho, de cada 10 brasileiros com curso superior, sete exercem atividades diferentes das quais estudaram. Trata-se de uma nova tendência no mercado profissional, ligada aos avanços tecnológicos e à própria globalização.
Formar-se em curso superior não significa encerrar a carreira e estagnar. Precisamos repensar, pois nem todos os indivíduos estão preparados para acompanhar essas transformações e mudanças que o mundo do trabalho está exigindo.
O ambiente de trabalho, hoje, é extremamente competitivo e seletivo, fazendo com que o crescimento e os resultados de uma organização sejam obtidos à custa das competências pessoais, e não só de habilidades técnicas.
A sociedade requer profissionais "cidadãos", envolvidos com o todo e preocupados com resultados satisfatórios à comunidade global. O perfil do profissional do século 21 mudou e irá mudar muito mais, para acompanhar as exigências do mercado globalizado. Este é um processo muito dinâmico. Portanto, as oportunidades são diferentes e certamente direcionarão os rumos das novas formas de trabalho.
Além dos requisitos de polivalência e da multifuncionalidade, o indivíduo necessita ter flexibilidade, saber trabalhar em equipe, ser criativo e estar predisposto a aceitar mudanças e desafios constantes.
Este é um processo de formação e de aprendizado contínuo, onde é necessária a conscientização de que os valores são outros, exigindo, conseqüentemente, que se eliminem preconceitos e quebrem paradigmas, para enxergar as oportunidades e aumentar a visão do futuro.
A história nos revela momentos de mudança e quebra de absolutismos. A Revolução Industrial, por exemplo, que substituiu a força braçal pela máquina a vapor, possibilitou a entrada de mulheres nas fábricas, criando um novo cenário. O mesmo ocorreu com a revolução da informática, na qual a tecnologia digital empurrou as pessoas para a polivalência, sendo necessário e urgente aprender inglês e dominar, pelo menos, o "pacote Office". Com isso, surgiram novos espaços de trabalho ligados ao mercado da informação e empregos virtuais.
Logo, vemos que as profissões acompanham o processo histórico, ou seja, as grandes revoluções tecnológicas e científicas que marcam nossa época. Na há mais espaço para o profissional que pensa e age em "caixinhas", que se atém somente à sua especialidade.
Hoje, o profissional deve ser multifuncional, ter visão macro e agir integradamente. A multifuncionalidade não só é uma vantagem, mas uma meta que as empresas têm perseguido. E que até procuram incutir este perfil em seus funcionários. Ela é uma exigência do mercado de trabalho, considerando que o profissional deva ter muito mais do que só o desenvolvimento de tarefas e funções pertinentes ao cargo, mas, principalmente, a capacidade de apreender novos conhecimentos e estar preparado para oferecer soluções aos diversos problemas enfrentados pela organização.
O ser empregável deve expressar engajamento pessoal, demonstrando responsabilidade, lealdade e capacidade de tomar decisões, construindo o seu conhecimento. A história nos revela que Taylor e Ford nada mais fizeram do que dar vida a um princípio da economia clássica inglesa, em que Smith dizia que a especialização era um benefício para o desenvolvimento econômico. E exemplificou, com o célebre caso dos alfinetes.
Contudo, a forma de organização fixa fordista passou a enfrentar várias crises, devido às mudanças econômicas mundiais. Mas, é com o que se chamou de pós-industrialismo e, mais genericamente, o pós-modernismo, que se viu o modelo de especialização com sérios abalos. Os japoneses foram os pioneiros na instituição de uma forma de organização de produção - "toyotismo" - que substituiu a rigidez da linha de montagem pela flexibilização da linhas de produção.
Os operários passaram a ser especialistas em generalidades. Eles, além de se auto-organizarem no espaço da fábrica, ainda detêm conhecimento sobre o processo inteiro de produção da mercadoria, pois as funções são permutáveis. Assim, já não existe o especialista em "apertar parafusos", mas o funcionário que constrói carros.
Com tudo isso, vemos que a polivalência e a multifuncionalidade são traços que as transformações das sociedades transformaram em exigência para a organização da vida social. Nada garante, contudo, a imutabilidade deste processo.
* Valdessara Bertolino é Doutoranda em Ciências Sociais, Mestre em Educação, Pós-Graduada em Tecnologia Educacional, Graduada em Direito e Secretariado, Professora e Coordenadora Universitária da Uninove (Centro Universitário Nove de Julho).
A competitividade e a instabilidade nas organizações obrigam o profissional deste novo milênio a atuar multifuncionalmente.
O sonho de qualquer aluno universitário, até bem pouco tempo atrás, era concluir os estudos, especializar-se em sua área de formação e gozar dos prazeres de possuir um "diploma". Estes sonhos, no entanto, têm sido alterados pela necessidade da sobrevivência.
Com a estagnação do mercado em várias áreas, ficou impossível absorver toda mão-de-obra ofertada. E, para não ser atropelado pelo "tempo", muitos brasileiros tiveram de desenvolver outras atividades, acrescidas às suas competências técnicas específicas, apreendidas na graduação.
Alguns fugiram totalmente do sonho inicial. Segundo dados recentes do Ministério do Trabalho, de cada 10 brasileiros com curso superior, sete exercem atividades diferentes das quais estudaram. Trata-se de uma nova tendência no mercado profissional, ligada aos avanços tecnológicos e à própria globalização.
Formar-se em curso superior não significa encerrar a carreira e estagnar. Precisamos repensar, pois nem todos os indivíduos estão preparados para acompanhar essas transformações e mudanças que o mundo do trabalho está exigindo.
O ambiente de trabalho, hoje, é extremamente competitivo e seletivo, fazendo com que o crescimento e os resultados de uma organização sejam obtidos à custa das competências pessoais, e não só de habilidades técnicas.
A sociedade requer profissionais "cidadãos", envolvidos com o todo e preocupados com resultados satisfatórios à comunidade global. O perfil do profissional do século 21 mudou e irá mudar muito mais, para acompanhar as exigências do mercado globalizado. Este é um processo muito dinâmico. Portanto, as oportunidades são diferentes e certamente direcionarão os rumos das novas formas de trabalho.
Além dos requisitos de polivalência e da multifuncionalidade, o indivíduo necessita ter flexibilidade, saber trabalhar em equipe, ser criativo e estar predisposto a aceitar mudanças e desafios constantes.
Este é um processo de formação e de aprendizado contínuo, onde é necessária a conscientização de que os valores são outros, exigindo, conseqüentemente, que se eliminem preconceitos e quebrem paradigmas, para enxergar as oportunidades e aumentar a visão do futuro.
A história nos revela momentos de mudança e quebra de absolutismos. A Revolução Industrial, por exemplo, que substituiu a força braçal pela máquina a vapor, possibilitou a entrada de mulheres nas fábricas, criando um novo cenário. O mesmo ocorreu com a revolução da informática, na qual a tecnologia digital empurrou as pessoas para a polivalência, sendo necessário e urgente aprender inglês e dominar, pelo menos, o "pacote Office". Com isso, surgiram novos espaços de trabalho ligados ao mercado da informação e empregos virtuais.
Logo, vemos que as profissões acompanham o processo histórico, ou seja, as grandes revoluções tecnológicas e científicas que marcam nossa época. Na há mais espaço para o profissional que pensa e age em "caixinhas", que se atém somente à sua especialidade.
Hoje, o profissional deve ser multifuncional, ter visão macro e agir integradamente. A multifuncionalidade não só é uma vantagem, mas uma meta que as empresas têm perseguido. E que até procuram incutir este perfil em seus funcionários. Ela é uma exigência do mercado de trabalho, considerando que o profissional deva ter muito mais do que só o desenvolvimento de tarefas e funções pertinentes ao cargo, mas, principalmente, a capacidade de apreender novos conhecimentos e estar preparado para oferecer soluções aos diversos problemas enfrentados pela organização.
O ser empregável deve expressar engajamento pessoal, demonstrando responsabilidade, lealdade e capacidade de tomar decisões, construindo o seu conhecimento. A história nos revela que Taylor e Ford nada mais fizeram do que dar vida a um princípio da economia clássica inglesa, em que Smith dizia que a especialização era um benefício para o desenvolvimento econômico. E exemplificou, com o célebre caso dos alfinetes.
Contudo, a forma de organização fixa fordista passou a enfrentar várias crises, devido às mudanças econômicas mundiais. Mas, é com o que se chamou de pós-industrialismo e, mais genericamente, o pós-modernismo, que se viu o modelo de especialização com sérios abalos. Os japoneses foram os pioneiros na instituição de uma forma de organização de produção - "toyotismo" - que substituiu a rigidez da linha de montagem pela flexibilização da linhas de produção.
Os operários passaram a ser especialistas em generalidades. Eles, além de se auto-organizarem no espaço da fábrica, ainda detêm conhecimento sobre o processo inteiro de produção da mercadoria, pois as funções são permutáveis. Assim, já não existe o especialista em "apertar parafusos", mas o funcionário que constrói carros.
Com tudo isso, vemos que a polivalência e a multifuncionalidade são traços que as transformações das sociedades transformaram em exigência para a organização da vida social. Nada garante, contudo, a imutabilidade deste processo.
* Valdessara Bertolino é Doutoranda em Ciências Sociais, Mestre em Educação, Pós-Graduada em Tecnologia Educacional, Graduada em Direito e Secretariado, Professora e Coordenadora Universitária da Uninove (Centro Universitário Nove de Julho).
por Valdessara Bertolino*
A competitividade e a instabilidade nas organizações obrigam o profissional deste novo milênio a atuar multifuncionalmente.
O sonho de qualquer aluno universitário, até bem pouco tempo atrás, era concluir os estudos, especializar-se em sua área de formação e gozar dos prazeres de possuir um "diploma". Estes sonhos, no entanto, têm sido alterados pela necessidade da sobrevivência.
Com a estagnação do mercado em várias áreas, ficou impossível absorver toda mão-de-obra ofertada. E, para não ser atropelado pelo "tempo", muitos brasileiros tiveram de desenvolver outras atividades, acrescidas às suas competências técnicas específicas, apreendidas na graduação.
Alguns fugiram totalmente do sonho inicial. Segundo dados recentes do Ministério do Trabalho, de cada 10 brasileiros com curso superior, sete exercem atividades diferentes das quais estudaram. Trata-se de uma nova tendência no mercado profissional, ligada aos avanços tecnológicos e à própria globalização.
Formar-se em curso superior não significa encerrar a carreira e estagnar. Precisamos repensar, pois nem todos os indivíduos estão preparados para acompanhar essas transformações e mudanças que o mundo do trabalho está exigindo.
O ambiente de trabalho, hoje, é extremamente competitivo e seletivo, fazendo com que o crescimento e os resultados de uma organização sejam obtidos à custa das competências pessoais, e não só de habilidades técnicas.
A sociedade requer profissionais "cidadãos", envolvidos com o todo e preocupados com resultados satisfatórios à comunidade global. O perfil do profissional do século 21 mudou e irá mudar muito mais, para acompanhar as exigências do mercado globalizado. Este é um processo muito dinâmico. Portanto, as oportunidades são diferentes e certamente direcionarão os rumos das novas formas de trabalho.
Além dos requisitos de polivalência e da multifuncionalidade, o indivíduo necessita ter flexibilidade, saber trabalhar em equipe, ser criativo e estar predisposto a aceitar mudanças e desafios constantes.
Este é um processo de formação e de aprendizado contínuo, onde é necessária a conscientização de que os valores são outros, exigindo, conseqüentemente, que se eliminem preconceitos e quebrem paradigmas, para enxergar as oportunidades e aumentar a visão do futuro.
A história nos revela momentos de mudança e quebra de absolutismos. A Revolução Industrial, por exemplo, que substituiu a força braçal pela máquina a vapor, possibilitou a entrada de mulheres nas fábricas, criando um novo cenário. O mesmo ocorreu com a revolução da informática, na qual a tecnologia digital empurrou as pessoas para a polivalência, sendo necessário e urgente aprender inglês e dominar, pelo menos, o "pacote Office". Com isso, surgiram novos espaços de trabalho ligados ao mercado da informação e empregos virtuais.
Logo, vemos que as profissões acompanham o processo histórico, ou seja, as grandes revoluções tecnológicas e científicas que marcam nossa época. Na há mais espaço para o profissional que pensa e age em "caixinhas", que se atém somente à sua especialidade.
Hoje, o profissional deve ser multifuncional, ter visão macro e agir integradamente. A multifuncionalidade não só é uma vantagem, mas uma meta que as empresas têm perseguido. E que até procuram incutir este perfil em seus funcionários. Ela é uma exigência do mercado de trabalho, considerando que o profissional deva ter muito mais do que só o desenvolvimento de tarefas e funções pertinentes ao cargo, mas, principalmente, a capacidade de apreender novos conhecimentos e estar preparado para oferecer soluções aos diversos problemas enfrentados pela organização.
O ser empregável deve expressar engajamento pessoal, demonstrando responsabilidade, lealdade e capacidade de tomar decisões, construindo o seu conhecimento. A história nos revela que Taylor e Ford nada mais fizeram do que dar vida a um princípio da economia clássica inglesa, em que Smith dizia que a especialização era um benefício para o desenvolvimento econômico. E exemplificou, com o célebre caso dos alfinetes.
Contudo, a forma de organização fixa fordista passou a enfrentar várias crises, devido às mudanças econômicas mundiais. Mas, é com o que se chamou de pós-industrialismo e, mais genericamente, o pós-modernismo, que se viu o modelo de especialização com sérios abalos. Os japoneses foram os pioneiros na instituição de uma forma de organização de produção - "toyotismo" - que substituiu a rigidez da linha de montagem pela flexibilização da linhas de produção.
Os operários passaram a ser especialistas em generalidades. Eles, além de se auto-organizarem no espaço da fábrica, ainda detêm conhecimento sobre o processo inteiro de produção da mercadoria, pois as funções são permutáveis. Assim, já não existe o especialista em "apertar parafusos", mas o funcionário que constrói carros.
Com tudo isso, vemos que a polivalência e a multifuncionalidade são traços que as transformações das sociedades transformaram em exigência para a organização da vida social. Nada garante, contudo, a imutabilidade deste processo.
* Valdessara Bertolino é Doutoranda em Ciências Sociais, Mestre em Educação, Pós-Graduada em Tecnologia Educacional, Graduada em Direito e Secretariado, Professora e Coordenadora Universitária da Uninove (Centro Universitário Nove de Julho).
terça-feira, 22 de junho de 2010
Descubra seu tipo de personalidade
Muito interessante, recomendo!!!
http://sites.mpc.com.br/negreiros/quiz.html
http://sites.mpc.com.br/negreiros/quiz.html
quarta-feira, 16 de junho de 2010
O Aproveitamento das Mídias Sociais pelas empresas
AS EMPRESAS BRASILEIRAS UTILIZAM OU MONITORAM AS MÍDIAS SOCIAIS?
70% SIM
INICIATIVAS MAIS EXPLORADAS POR ESTAS COMPANHIAS
83% DIVULGAÇÃO PRODUTOS E SERVIÇOS
46% VENDA OU CAPTURA DE OPORTUNIDADES
25% IDENTIFICAÇÃO DE TALENTOS PARA CONTRATAÇÃO
17%DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS
30% NÃO
BARREIRAS QUE IMPEDEM A UTILIZAÇÃO DE MÍDIAS SOCIAIS
53% DIFICULDADES DE MEDIR BENFÍCIOS
45% DESCONHECIMENTO DO ASSUNTO
32% PREOCUPAÇÃO COM SEGURANÇA
16% fALTA DE APROVAÇÃO DE SUPERIORES
FONTE: DELOITTE
70% SIM
INICIATIVAS MAIS EXPLORADAS POR ESTAS COMPANHIAS
83% DIVULGAÇÃO PRODUTOS E SERVIÇOS
46% VENDA OU CAPTURA DE OPORTUNIDADES
25% IDENTIFICAÇÃO DE TALENTOS PARA CONTRATAÇÃO
17%DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS
30% NÃO
BARREIRAS QUE IMPEDEM A UTILIZAÇÃO DE MÍDIAS SOCIAIS
53% DIFICULDADES DE MEDIR BENFÍCIOS
45% DESCONHECIMENTO DO ASSUNTO
32% PREOCUPAÇÃO COM SEGURANÇA
16% fALTA DE APROVAÇÃO DE SUPERIORES
FONTE: DELOITTE
terça-feira, 15 de junho de 2010
Futuro Profissional num clique
Certamente você quando está em busca de uma nova oportunidade de trabalho, ou ainda desempregado pensa mais uma vezes terei que passar por aquelas entrevistas chatas. Não é? Muitos irão dizer que sim. E alguém, alguma vez já parou pra pensar a responsabilidade que tem o profissional de RH? Eu vivo isso diariamente o meu parecer pode levar uma pessoa ao céu ou a o inferno, num clique.Sendo que eu nem sei da necessidade e do que o minha ligação pra esta pessoa vai representar. Mas no momento que deleto um currículo da minha caixa de entrada.Estou julgando: uma aparência, uma postura, respostas.E nem sempre aquela pessoa é o que parece ou diz. E ainda além das técnicas, dos testes existe um pouco de feeling, esse o profissional dessa área precisa contar, porque com a sensibilidade e num detalhe ele sai do empate e escolhe o perfil. Nunca podendo esquecer de como é o perfil da empresa e pensando se aquele profissional atingirá os objetivos. O melhor de tudo é saber que o profissional estará realizado e a empresa feliz com a contratação. Aí é a sensação do dever cumprido.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
A Internet Ferramenta Excelente
E-MAIL MARKETING
2008 E-MAIL foi responsável 11% das vendas no BRASIL – R$ 4 Bilhoões
2009 – As vendas Online ficaram como 2º lugar no ranking de canais de venda R$ 1.5 bilhão
A Internet vendeu no ano passado R$ 950 milhões
Relação Custo Benefício
Lucro de U$$ 43,64 a cada U$$ 1,00
No ano passado a Peugeot lançou uma campanha com envio de 30.000 e-mails que resultou na venda de 130 carros
Um estudo tem a previsão que de 2009 a 2012 cerca de 38% das vendas serão geradas através de e-mail marketing
Fonte: Evento Emm Brasil 2010 - 09/06/2010
2008 E-MAIL foi responsável 11% das vendas no BRASIL – R$ 4 Bilhoões
2009 – As vendas Online ficaram como 2º lugar no ranking de canais de venda R$ 1.5 bilhão
A Internet vendeu no ano passado R$ 950 milhões
Relação Custo Benefício
Lucro de U$$ 43,64 a cada U$$ 1,00
No ano passado a Peugeot lançou uma campanha com envio de 30.000 e-mails que resultou na venda de 130 carros
Um estudo tem a previsão que de 2009 a 2012 cerca de 38% das vendas serão geradas através de e-mail marketing
Fonte: Evento Emm Brasil 2010 - 09/06/2010
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